A que deus seus lábios servem?

19/07/2013 23:42

 

 

“As palavras dos meus lábios e o

meditar do meu coração

sejam agradáveis na tua presença, SENHOR,

rocha minha e redentor meu!”

(Salmos 19:14)

 

 

As Sagradas Escrituras e a própria percepção do mundo que nos rodeia nos dão uma certeza incontestável: Deus existe. Um Deus soberano, pessoal, amoroso e não há outro.

 

Mas é típico da natureza humana “edificar seus próprios deuses”, que nada mais são do que as realidades que ocupam o centro de sua devoção, que reinam em associação com o ego e que elevam o olhar do coração humano para as distorcidas imagens das mais diversas ilusões.

 

Uma dessas ilusões é vaidade. Dela derivam vários vícios da alma, como a arrogância, a insensibilidade, o individualismo e a inclinação para a vingança.

 

Nesse contexto somos induzidos a fazer uso de nossos lábios para a veneração de nossos próprios egoísmos e interesses ou para atingir nossos desafetos. Uma atitude lastimável, porém largamente praticada no presente século.

 

Precisamos, todavia, tomar muito cuidado com as palavras que proferimos ao longo da vida. Pense um pouco e responda: você tem honrado a que deus com os seus lábios?

 

Bíblia nos ensina que: O homem bom do bom tesouro do coração tira o bem, e o mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala do que está cheio o coração.” (Lucas 6:45.)

 

Precisamos deixar que o Espírito de Deus aja em nós. O nosso corpo foi criado para ser o templo de Espírito Santo – para louvar a Deus em todo o tempo. “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (I Coríntios 6:19).

 

No entanto, muitas vezes, alguns cristãos acabam por proferir sentenças que desagradam a Deus. Maldizem, reclamam demasiadamente, murmuram, agridem, retrucam, criticam, zombam e muitos (infelizmente) até mesmo professam impurezas desprovidas de moral.

 

A Palavra claramente acentua que não é correto agir assim. “Mas a imundícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrice, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças.” (Efésios 5:3-4 ).

 

Tiago nos ensina que não é conveniente que a mesma boca que louva a Deus seja usada para a perdição: “a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à imagem e semelhança de Deus. De uma só boca procede benção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim.” (Tiago 3:8-10)

 

Portanto é necessário e prudente levarmos uma vida reta diante de Deus. Servi-lo e adorá-lo em todo tempo. Com todo o nosso corpo,com toda verdade de nossos corações e com toda intensidade de nossos lábios (palavras).

 

Refrear a nossa língua é dever de todo cristão compromissado com o Reino de Deus.

 

“Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo" (Tiago 3:2)

 

E que os nossos lábios possam se abrir somente para edificar nossos irmãos, abençoar o próximo, louvar e adorar o Criador!

 

“Todo ser que respira, louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmos 150:6)

 

 


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