"Conflitos Iluminados"

07/03/2013 10:06

 

 

Quanta paz eu vejo em tanta guerra implodida

Nas íntima ferida eu consigo avistar um toque suave de cura

Eu vejo uma imarcescível luz na noite escura e na morte eu acho vida

Vejo também uma sagrada saída na caverna emocional mais obscura!

 

Um mundo de paz se descortina quando meus olhos estão cerrados

Com os joelhos dobrados eu sinto o gosto do triunfo na fraqueza

Conquisto riqueza com passos humildes e sonhos desapegados

Nas cinzas dos mais simples predicados sou herdeiro da Sublime Realeza!

 

Sem ouro e sem prata, afortunado pelo tesouro mais invulnerável

Sem realismo palpável, concretizando vitoriosas cenas pelos olhos da fé

Doando a quem quiser a vingança do fel com um doce mar amável

Sendo notável ao nada ser para o louvor dAquele que é!

 

Crescendo ao som das quedas e um ser melhor quando de mim apartado

Qual lenço perfumado, qual carta escrita e como luz no velador

Um livre escravo do Senhor, um desmerecedor agraciado

Para Deus um filho amado - mas para si, não mais que simples pecador!    

 
 
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"Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou
e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados."  (1 João 4:10)
 
 
 

 

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