Entre a Ortodoxia e o Liberalismo

25/04/2013 09:48

 

 

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste, e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio

para a salvação pela fé em Cristo Jesus”

(II Timóteo 3.14-15)

 

O vocábulo “ORTODOXO,  possui origem grega e sua significação expressa “opinião correta”, “doutrina correta” ou “doutrina conservadora”.

 

Em nosso contexto cristão, esse termo acabou assumindo duas premissas: de posicionamento doutrinário plenamente arraigado nas Escrituras ou de estrutura doutrinária das igrejas históricas.

 

Nós entendemos a ortodoxia doutrinária como o instrumento racional de preservação da sã doutrina.

 

A mobilidade social, com suas transformações tecnológicas e filosóficas, não poupa de forma alguma os estatutos de nossa fé, o que, sob os moldes de um novo humanismo , que se reafirma positivista e que se embrenha, inclusive, nos perigosos lodaçais do esoterismo, já possui muitos representantes dentro da estrutura ministerial da igreja cristã. Por consequência, assistimos a olho nu uma grave e crescente agressão ao fundamento teológico de nossa fé, com o desenvolvimento de dogmas espiritualistas, fundamentado no experimentalismo, nas iluminações e revelações questionáveis, que por conseguinte geram o enfraquecimento e até o esquecimento dos alicerces bíblicos, dando lugar a um “novo evangelho”, bem diferente daquele em que viveram nossos pais no passado.

 

O LIBERALISMO enfatiza e focaliza uma descoberta pessoal do homem em relação a Deus, o que gera um cristianismo humanista, voltado muito mais para o bem estar do cristão, do que para a soberania de Deus.

 

Pode parecer absurdo para muitos ou até desnecessária essa nossa abordagem, mas nos dias de hoje, ao redor do mundo, o Liberalismo tem avançado e ocupado espaço muito maiores que os da ortodoxia.

 

Adaptações do mundo na Igreja, revelações que substituem a orientação bíblica, usos e costumes que passam a ter status doutrinário, conceitos mercadológicos ou esotéricos sincretizados com os dogmas cristãos – são apenas alguns claros sintomas desse coma espiritual que acomete grande parte do povo de Deus.

 

Isso, porém, abastece e reanima a convicção daqueles que adotam o compromisso de não olhar nem para a direita e nem para a esquerda, mirando o coração em Jesus (nosso modelo maior), andando segundo o exemplo dos apóstolos, dos pais na fé e dos rudimentos bíblicos, que são perfeitos, imutáveis e superiores a qualquer outra forma de revelação.

 

Rejeitemos, pois, toda forma de liberalismo e sirvamos com sinceridade e firmeza o Santo Evangelho de nosso Salvador Jesus!

 

 


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