João Batista: um exemplo distante das cenas atuais

10/10/2013 00:58

 

 

“Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus.

Conforme está escrito na profecia de Isaías:

Eis aí envio diante de tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho;

voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor,

endireitai as suas veredas;

apareceu João Batista no deserto, pregando batismo de arrependimento

para remissão de pecados.

Saíam a ter com ele toda a província da Judéia e todos os habitantes de Jerusalém;

e, confessando os seus pecados, eram batizados por ele no rio Jordão.

As vestes de João eram feitas de pêlos de camelo; ele trazia um cinto de couro

e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre” 

(Marcos 1:1-6).

 

 

Inegavelmente, é muito bom sermos estimados. Esse é o perfil do homem citado nesses versículos. Ele foi de um valor incomparável para o reino do SENHOR! A ele foi confiado viver com a finalidade de preparar o caminho e endireitar as veredas para a chegada do próprio Filho de Deus. Que privilégio extraordinário!

 

Também podemos perceber seu valor, quando descobrimos que as citações bíblicas sobre ele foram feitas 700 anos antes de seu nascimento, por um dos grandes profetas do Antigo Testamento (Isaías 40:3). Também é dito que “Saíam a ter com ele toda a província da Judéia” (1:5). Esse é o perfil de João Batista (1:4).

 

E não sendo já tudo isso mais do que suficiente para que entendamos sua importância nos propósitos Divinos, o próprio Jesus chegou a afirma a seu respeito: “nunca houve dentre os nascido de mulher um profeta como João Batista” (Mateus 11:11)

 

Tão importante por um lado, tão simples por outro. É de um deserto que ele surge! Tantos lugares de renome e status... porém, foi desse lugar, tão ermo, desprezível e escasso, que ele veio. Que ligação um deserto teria com a força e personalidade desse notável homem de Deus? Geralmente, costuma ser nesse tipo de ambiente que mais nos conscientizamos do quanto somos dependentes de Deus.

 

E o que falar das roupas e do tipo de alimentação? Vestes de pelagem de camelo e alimentos de mel e gafanhotos, com certeza, nada tem a ver com o conceito que homens formulam hoje sobre um caráter nobre e de fé genuína.

 

A igreja passa por uma crise única de inversão de valores morais e teológicos. Os “profetas da modernidade” jamais sairiam de uma caverna e a iguaria singela de João Batista já não convém à mesa farte dos arautos da prosperidade.

 

O homem pode ter mudado. Deus, todavia, continua vendo as coisas de uma maneira diferente da nossa, “... porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (I Samuel 16:7).

 

 

 

 


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