O pedido de Deus

16/06/2013 11:57

 

 

“Agora, pois, ó Israel, o que o SENHOR teu Deus pede de ti,

senão que temas o SENHOR teu Deus,

que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR teu Deus

com todo o teu coração e com toda a tua alma,

Que guardes os mandamentos do SENHOR, e os seus estatutos,

que hoje te ordeno, para o teu bem?”. 

(Deuteronômio 10:12-13)

 

Dentre tudo que o Senhor Deus espera de nós, Ele almeja também que sejamos Seus servos, e que façamos isto com absoluta sinceridade. Na ótica de determinadas pessoas algo assim pode soar estranho, principalmente para os adeptos da chamada “teologia da prosperidade”.

 

Ensina-se hoje que Deus é quem deve servir ao homem e atender a todos os seus caprichos (“profetiza”, “determina”), e que isto Ele deve fazer em troca de uma simples oferta financeira, dada àqueles que se dizem seus representantes.

 

Os que caem neste engano ignoram duas verdades supremas. A que Deus é o dono do ouro e da prata, bem como de todo o universo, e por mais que tenha prazer em que os fieis sustentem a Sua Obra através de voluntarias doações, Ele jamais precisaria barganhar favores para obter reursos materiais. E ainda, a suprema verdade de que Deus é Senhor sobre todas as coisas e Criador de tudo quanto existe, portanto, digno de por tudo e todos ser servido e jamais a ninguém servir. Logo, não é o homem “determina” ou “profetiza”, mas aquilo que o Soberano Deus estabelece, isso será consumado.

 

Ainda que Deus não possa ser considerado servo do homem, mas Ele sim nos convida a servi-lo, não imagine ninguém que servir a Deus seja algo humilhante ou desgastante como servir ao homem. Muito pelo contrário, servi-lo é um grande privilegio. E por isso, devemos fazê-lo com alegria:

 

“Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto. Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto.” (Salmos 100:2-3)

 

 

Veja que o salmista enfatiza que não pertencemos a nós mesmos, afinal, não somos os criadores de nós mesmos, mas “foi Ele que nos fez” com o proposito de sermos “ovelhas do seu pasto”.

 

Portanto, visto que Ele não nos criou para nos humilhar ou para nos subjugar, devemos servi-lo com regozijo, “com alegria” e “com canto”. No reino de Deus o regozijo é um mandamento: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.” (Filipenses 4:4).

 

Agora se a alegria é compulsória para aquele que O serve, já o servi-lo é totalmente facultativo. Mesmo por que, se só podemos servi-lo com alegria e com todo o nosso coração e de toda a nossa alma, isto só será realmente possível se verdadeiramente o quisermos. Por isso, ainda que o Seu poder lhe permita faze-lo, Deus não ordena que o sirvamos, Ele simplesmente pede. O Senhor Jesus convida aquele que porventura deseje servi-lo e segui-lo: “Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.” (João 12:26)

 

E veja que, para aqueles que queiram se habilitar a atender o Seu convite para servi-lo, Jesus faz a seguinte promessa: meu Pai o honrará”Muitos estão iludidos buscando honra da parte dos homens, mas ser honrado por Deus é infinitamente melhor e preferível! E só depende de atendermos positivamente e com sincera humildade ao Seu pedido.

 

Que seja o mais sincero desejo de todos nós servir ao Criador, para somente por Ele sermos honrados, com a honra que em muito sobrepuja aquela que os homens nos podem nos dar.

 

 


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