O supremo modelo da paternidade

11/08/2013 12:38

 

 

"Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa na terra

que o Senhor, o teu Deus, te dá.”

(Êxodo 20:12)

 

A paternidade é uma missão honrosa e o mandamento bíblico deixa isso muito claro. Cada dia que se passa, porém, o homem tem perdido o referencial do que significa ser pai e muitos filhos, nunca conheceram ou jamais irão conhecer seus pais na plena acepção dessa palavra.

 

Creio que muitos não assumem sua função paterna, ou porque não tiveram um referencial de pai amoroso e responsável ou por não se aperceberem da real importância desta tão nobre missão que nos é confiada por Deus.

 

Ser pai é influir no destino da humanidade. Ser pai é deixar marcas de seu caráter em seus filhos e na sua posteridade.

 

Não seria a causa determinante das infelicidades de muitos a falta da presença paterna?

 

Será que a presença de um pai amoroso, participativo, responsável, respeitoso e compreensivo numa família, evitaria o crescimento de filhos rebeldes, criminosos e infelizes?

 

Um pai virtuoso verdadeiro é muito importante para a estrutura psicológica da família e do mundo.

 

O QUE SE ESPERA DE UM PAI?

 

A segunda voz mais escutada pelo filho depois de nascer é a voz do pai, a primeira é a da mãe.

 

O filho aprende a amar aquela voz e a ter segurança de que mais alguém o ama, além de sua mãe. O pai traz segurança, suprimento, amor, carinho, perdão; o pai traz autoridade e disciplina, imprimindo os termos e limites tão fundamentais para a formação do caráter humano.

 

O pai é aquele que marca o relacionamento familiar não só pela sua figura de autoridade (delegada), mas levando sua família à diversão, ao lazer e à descontração. É o sacerdote (ou pelo menos deveria ser) do lar, um homem de oração. Não um super homem que sozinho procura solucionar tudo, mas um homem de fé e confiança no Deus que tudo supre.

 

Muitos filhos gostariam de abraçar  seu pai, mas não podem. Ou porque já morreram ou porque estão distantes, ou não sentem liberdade de dizer: “Pai eu te amo”,  ou porque nutrem ressentimentos contra ele. Quantos pais têm uma enorme dificuldade de dizer: “ Filho (a) eu te amo;  perdoa-me.”

 

Todavia, nós temos um referencial ideal de Pai: Deus o Pai de misericórdia e de toda consolação. “Graça a vos outros e da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” (II Coríntios 1: 2,3)

 

A visão do filho pródigo para com o seu pai em Lucas 15: 11: “Meu pai é um homem próspero e bom e eu estou passando fome. Pedirei perdão ao pai e certamente que me receberá de volta”. Mostrou confiança no pai que tinha.

 

Quantos filhos não têm essa confiança em seu pai?

 

Demonstrou boas recordações do seu pai, sabia que ele o perdoaria, e o alimentaria, por ser um  pai misericordioso e provedor. O filho, apesar de transgressor, era seu filho e sabia que ele o acolheria.

 

O bom pai sempre espera seu filho voltar (esperança), cheio de compaixão, manifestando carinho e amor, suprindo-o em suas necessidades.

 

Somos filhos de Deus (essa é a nossa herança e confiança). O nosso Pai é o Deus amado. O nosso Pai é amoroso; perdoador; misericordioso; paciente.  "Como o Pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem. Pois Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó."  (Salmo 103:13,14.)

 

“Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não recebeste o espírito de escravidão para viverdes outra vez atemorizados, mas recebeste o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai, o próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo: se com Ele sofremos, para que também com Ele sejamos glorificado.”  (Romanos 8:14-17.)

 

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, ao ponto de sermos chamados filhos de Deus. Por esta razão o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a Ele mesmo. Amados, agora somos filhos de Deus,…” (I João 3:1,2.)

 

O sublime exemplo deixado por Deus em Sua Palavra, nos mostra o caminho a ser percorrido por aqueles que almejam exercer a verdadeira paternidade. Que em cada lar exista carinho e não violência; provisão em vez de descaso; lealdade e nunca a traição; proteção no lugar da irresponsabilidade e, acima e tudo, temor a Deus, pois todo aquele que exerce vitoriosamente esse missão, seguramente está seguindo o padrão amoroso do maior e mais sublime de todos os pais: Deus!

 

“Obrigado Senhor pelo privilégio que me conferes através do ministério paterno. Obrigado pela missão de ser sacerdote no meu lar. Obrigado pelo meu maior tesouro: meus filhos Jhonatta e Raquel. Que Deus abençoe todos os lares e cada pai que carrega no coração a alegria dessa condição!”

 

 

 

 


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