Os freios me levam mais longe

12/04/2013 00:43

 

"Confia no SENHOR de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos,

e Ele endireitará as tuas veredas."

(Provérbios 3:5-6)

 

Há quem diga que a velocidade nos leva mais rapidamente pra muito mais longe. Isso é relativo. Talvez se aplique a muitas situações de nossas vidas, porém seguramente não funciona quando se trata de nosso relacionamento com Deus.

 

Chegar longe no contexto da fé significa pisar nos freios da vaidade e abdicar da autoconfiança em nome da total dependência dos direcionamentos que o Senhor nos dá. Quanto mais afoitos, individualistas e impulsivos formos, menos avançaremos em nossas conquistas espirituais. Quanto mais serenos, humildes e fundamentados na Palavra de Deus, tanto mais invadiremos o terreno sagrado da benção de Deus.

 

A Palavra nos dá dois preciosos conselhos para que essa benção se evidencie: confiar no Senhor e não nos estribar em nosso próprio entendimento. São dois passos gêmeos, uma vez que a confiança na força e sabedoria própria sempre implicará num distanciamento de Deus e de toda obediência que Lhe devemos prestar.

 

Talvez você carregue no bolso algumas credenciais importantes e tenha nas paredes da glória pessoal alguns diplomas dignos de honrosa ostentação. Mas, assim como o doutor da lei nada sabia sobre nascer da água e do Espírito, muitos mestres da atualidade andam mais próximos da letra que agrada ao próprio ventre do que da vontade de Deus. Isso explica o grande número de iniciativas religiosas, que retratam quase sempre um traço da personalidade de seus fundadores, muito mais do que a preocupação pelo resgate do pensamento primitivo e o espírito original da Igreja de Jesus em tempos apostólicos.

 

Por essa razão, hoje Deus nos convida para uma busca mais voltada para o conhecimento prático e real do nosso Salvador. Jó era um homem reto e piedoso como nenhum outro da sua época (Deus mesmo afirmou isso), porém só depois de profunda tribulação e humilhação pessoal,  ele veio a afirmar: "Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem" (Jó 42).

 

Quem é o Cristo que servimos e pregamos? O personagem mais marcante de nossos tratados teológicos? Um guru a mais no balaio da idolatria humana? a "galinha dos ovos de ouro" para os mercadores da fé? A porta glamourosa para os artistas gospel? A placa denominacional que infla nossos preconceitos religiosos? O cerne de nossa oratória vazia de verdades práticas? Ou seria Ele o Autor e Consumador de nossa fé - O Caminho, a Verdade e a Vida de nossa salvação?

 

Que O Espírito Santo aponte às nossas consciências a resposta que melhor conosco se identifica, a fim de que mudemos para melhor a qualidade de nosso relacionamento com Aquele que é digno de toda honra, glória e louvor - a saber - Cristo Jesus!

 

 

 


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