Pressionados, graças a Deus!

15/04/2014 19:49

 

 

"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus..."

(Salmos. 46:10)



A nossa geração pós-moderna vive sob pressão como jamais ocorreu na história. Além dos problemas normais com os quais conviveram nossos pais, temos que lidar com os avanços e as aceleradas transformações tecnológicas que nos desafiam a performances desumanas. A informação globalizada mais parece um tsunami que nos impõe hábitos estranhos, problemas alheios e necessidades desnecessárias. Até mesmo a igreja sofre os impactos dessas mudanças, sendo muitos deles profundamente nocivos à sã doutrina de Cristo.



Uma das áreas em que tantas pressões deixam seus reflexos é no fator tempo, ele parece ter encurtado. Um ano hoje parece durar menos que um mês e a "falta" de tempo torna-se uma das nossas maiores pressões.



Como cristãos convivemos com as pressões da nossa natureza carnal que, mesmo mortificada pela ação regeneradora do Espírito Santo, insiste pela ressurreição e por vezes nos levam ao amargo choro do arrependimento.



Não é fácil resistir ao rolo compressor das pressões sociais, afinal, ser diferente por muitas vezes tem implicações dolorosas. As rápidas mudanças nos cenários comerciais e industriais tem produzido uma geração de andarilhos vocacionais. São colecionadores de diplomas que não sabem aonde querem chegar. Temos que admitir que sofremos todos os dias ao optarmos por princípios e não por conveniências. Numa sociedade onde pessoas começam cada vez mais cedo a viver "grandes" experiências/aventuras, encontramos pessoas tão jovens se debatendo nas garras de um passado que parece bem mais extenso que os anos vividos.



Construir uma vida de qualidade em meio a tantas pressões vai exigir de nós um cuidado diligente na construção da nossa identidade, na escolha dos nossos referenciais e na definição dos nossos alvos. Quem sou eu, a quem realmente estou seguindo e aonde eu pretendo chegar na vida?  São questões que podem nos libertar de muitas pressões.



Obviamente não é fácil assumir a Cruz de Cristo num mundo materialista e abdicar de uma “fé adaptada” como essa que predomina em nossas igrejas. A pressão é uma viajante que vaga ao lado de todos que decidem pela contracultura do pecado. Ter voz independente e preferir a diferença, sempre nos trará a antipatia daqueles que trilham pelo caminho largo. Mas, como todo bem precioso, este é um alto preço que vale a pena pelos resultados que produz. No caso, resultados eternos.

 

Existe uma clareza em meu coração de que este é um tempo de reorganização dos nossos focos e da nossa agenda, uma jornada para ajuntarmos os pedaços do nosso coração dividido e o dedicarmos inteiramente ao nosso Deus, uma parada radical para nos aquietarmos e sabermos que o Senhor é Deus.

 

 

 

 

 

 


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