Quem é o dono da Igreja?

16/04/2013 08:10

 

"Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus, o Autor e Consumador da fé, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.” (Hebreus 12.1-3)

 

“Jesus: Autor e Consumador da nossa fé.” Que maravilhosa e sublime verdade!

 

O que para muitos parece ter se tornado apenas mais um jargão religioso, é na verdade um princípio espiritual preponderante para o êxito na vida cristã.

 

Como um farol é importante para que um barco se localize em sua navegação perto da costa, também a Bíblia é importante para a nossa direção.

 

Mas, este século tem outra proposta, conduzir nosso olhar em outra direção, de modo a nos levar a ter outras preocupações.

 

O que eu quero? O que me faz feliz? O que me satisfaz?

 

Certa vez observei o slogan publicitário de um grande shopping, no qual se dizia algo sobre este assunto, certo trecho da música utilizada "... desejo, necessidade e vontade...". A ideia é simples, que as lojas do shopping podem suprir estas supostas necessidades.

 

A recomendação do autor no texto original é literalmente (v. 2) tire os olhos de outras coisas e considere o Autor e Consumador da fé...

 

Olhe firme, da mesma forma como o capitão de um navio se dirige em segurança ao porto com o auxílio do farol, o qual lhe mostra o caminho. Ele não se distrai com outras luzes que possam aparecer.

 

Assim também devemos nos conduzir, não sendo dirigidos pelos nossos desejos e necessidades, ou conforme o texto (v. 2), não considerar "a alegria que nos estava proposta" como sendo importante, mas renunciamos todos aqueles desejos que nos afastam do nosso amado salvador.

 

Isso também serve para o que tem sido estabelecido como nosso referencial. As igrejas nunca foram tão humanistas e tão pouco cristãs. Como empresas, são gerenciadas com braço forte, por seus “donos”, que impõem aos “funcionários” (pastores) que até mesmo se comportem e falem com seu tom de voz e posturas gestuais.  Doutrinas, padrões de comportamento, posicionamento político – tudo, enfim, é determinado por esses “donos”, cuja voz na terra em nada perde para uma espécie de “papado gospel”, com direito, inclusive a todo seu estrelismo decorrente.

 

Tudo isso é deplorável e condenável, quando observamos as Escrituras.

 

Através do ler e meditar nas Sagradas Letras devemos sempre considerar que Jesus é o Autor da nossa fé. Ele a consumou e pagou o necessário para o estabelecimento de Sua Igreja, com Seu próprio sangue. Não aceitemos esse evangelho de “gerentes intermediários”, olhemos firmemente para Jesus.

 

Que a nossa meditação não seja rasa conforme aquela, das propagandas citadas, e nem pecaminosa como a daqueles que honram homens, no lugar de Deu. Todavia, sejamos e tenhamos um coração como o do salmista: "Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite." (Salmos. 1.2)

 

 

 

 


Crie um site com

  • Totalmente GRÁTIS
  • Design profissional
  • Criação super fácil

Este site foi criado com Webnode. Crie o seu de graça agora!