RESPONDENDO PERGUNTAS DE ATIVISTAS GAYS - I

20/03/2013 16:49

 

 

 

Hoje, tive a intenção deliberada de vasculhar em minha conta de email as várias mensagens que já recebi desde que criei nosso site (abril de 2012) até os dias atuais.

 

Eu não costumo excluir tudo que recebo, mesmo o que aparentemente não me interessa à primeira vista. Isso porque não sei até que ponto no futuro aquilo passará ou não a me interessar.

 

Minha atuação como pregador da Palavra de Deus sempre foi cercada de controvérsias e polêmicas. Não que eu as procure (na verdade, como eu gostaria de jamais ter dores de cabeça por essa razão), mas porque o fato de manter alinhado de forma irredutível com tudo quanto me manda a consciência e que me é convencido pela lógica de minhas deduções e pelas elucidações que encontro na Palavra de Deus, acabo ganhando muitos desafetos dentro e fora da igreja, já que me proponho a falar aquilo que humildemente entendo como verdadeiro, mesmo respeitando meu semelhante, porém priorizando meu compromisso com Deus, ainda que isso vá de encontro a interesses e práticas atingidas negativamente por minhas declarações.

 

Um exemplo bem claro disso está na chamada “questão dos gays”. Mesmo nunca tendo feito nenhum trabalho especificamente direcionado para o tema, eventualmente em meus trabalhos, costumo citar minha posição contrária ao homossexualismo (o que suponho ser dever de todo cristão) e isso gera protestos que recebo de várias partes do Brasil. Alguns me chegam na forma de dúvidas e perguntas e outros são ataques recheados de ódio e hostilidade. Normalmente, não dou muita importância e em raras ocasiões emiti respostas aos que me enviaram.

 

Como cidadão que procura manter-se informado eu tenho acompanhado os últimos embates que vêm ocorrendo especialmente entre o Pr. Silas Malafaia e o Sindicato Gay, fortemente representado por um deputado federal que é ativista da causa. Em alguns momentos me posicionei a respeito, mas nunca mergulhei a funda na questão, por não julgar, até então, que fosse da vontade de Deus que meu ministério se direcionasse nessa diretriz.

 

No entanto, os recentes acontecimentos, onde o sindicato gay organizou protestos a nível nacional e tenta fazer pressão para impedir que um pastor evangélico, que é deputado federal, assuma a cadeira de presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, realmente me deixou indignado. Por essa razão, visando dar a minha contribuição para esclarecer a cristãos, homossexuais, gays e a sociedade em geral, decidi rever as mensagens que já recebi e passar aqui a respondê-las integralmente.

Nesses próximos dias estaremos empenhados plenamente no tema. Por isso, nos colocamos aqui à inteira disposição daqueles que tiverem dúvidas sobre qualquer questão que diga respeito à Bíblia e o homossexualismo.

 

É claro que não temos aqui a pretensão de que seremos capazes de reverter o pensamento dos ativistas gays e seus aliados. Se Deus assim o quiser, Ele o fará, pois é poderoso para mais até que isso.

 

Contudo, é nossa meta deixar bem claro qual é a posição do Cristianismo autêntico a respeito e que nenhum ativista gay pode fazer uso da Bíblia para justificar seus atos homossexuais.

 

Que Deus nos ajude nesse propósito e que almas sejam alcançadas por esse sincero e bem intencionado trabalho que a partir de agora passamos a desenvolver.

 

1. Pergunta enviada por “Cindy” (travesti, transformista e ativista gay) – SP

Vocês afirmam que a Bíblia condena a homossexualidade. Então me explica sr pastor porque nela estão escritos vários casos de relacionamentos gays?

 

Resposta

 

Não é a primeira vez que eu sou indagado a esse respeito. Sempre considerei tal afirmação tamanhamente absurda, que custo acreditar que possam haver pessoas capazes de atingir nível tão elevado de desrespeito para com Deus, a ponto de levantar suspeita tão blasfema quanto essa.

 

Mas o fato é que alguns gays afirmam que houve relacionamento homossexual entre Davi e Jônatas, entre Rute e Noemi ou chegando até mesmo a absurdos maiores, os quais chegam a ser asquerosos a ponto de sequer merecerem citação aqui.

 

"Davi e Jônatas eram gays?"

 

Aqueles que tentam provar que Deus aprova a homossexualidade apontam para Davi e Jônatas como um exemplo bíblico de amantes homossexuais. Como prova, citam:

 

·O "amor" de Jônatas por Davi (1 Samuel 18:1, 3);

 

·O fato de terem se beijado (1 Samuel 20:41);

 

·A seguinte afirmação no tributo de Davi a Jônatas: "Excepcional era o teu amor, ultrapassando o amor de mulheres" (2 Samuel 1:26).

 

Ambos partilhavam de um relacionamento maravilhoso, mas não há nenhuma evidência de que eram "gays" e muitas evidências de que eram heterossexuais. Ambos eram casados e tinham filhos (1 Crônicas 3:1–9; 9:40).

 

O "amor" de Jônatas por Davi foi descrito pela palavra hebraica aheb, um termo geral usado não somente para amor por um companheiro (Gênesis 24:67), mas também por um filho (Gênesis 22:2), por alimento (Gênesis 27:4), por Deus (Êxodo 20:6), ou por um semelhante (Levítico 19:18). A palavra não contém nuanças homossexuais. Beijar era um gesto comum de saudação naqueles dias (Romanos 16:16), equivalente a um aperto de mão. Um beijo na face ainda é um cumprimento comum em muitas partes do mundo. O amor de Jônatas por Davi "era mais excepcional que o amor de mulheres" por causa de sua natureza altruísta. Jônatas tinha tudo a perder e nada a ganhar sendo amigo de Davi. Isso maravilhava Davi. 

 

Na vida de Jônatas vemos o mais excelente ilustração do amor que Deus requer de nós. Somos continuamente instruídos a "amar ao próximo como a nós mesmos" (Lv. 19:18; Mt. 19:19; 22:39, Mc. 12:31; Rm. 13:9; Gl. 5:14; Tg. 2:8). Isto é precisamente o que Jônatas faz com relação a Davi. Assim, Jônatas é um exemplo para nós de como devemos amar o próximo como a nós mesmos. Não vejo qualquer referência a Jônatas amar primeiro a si mesmo, como um tipo de pré-requisito para amar aos outros. O que vejo é auto-sacrifício, quando Jônatas, de bom grado, desiste de seu reino em favor de Davi (sem mencionar seu manto e sua armadura). Jônatas é um amigo leal e fiel, que arriscará sua própria vida para salvar a vida de Davi. Que homem nobre e abnegado Jônatas é! A tanto quanto a Bíblia se refere suas ações não estão "acima e além do chamado do dever"; elas são o cumprimento de seu dever, e do nosso.

 

"Rute e Noemi eram lésbicas?"

 

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus; onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o SENHOR, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti” (Rt 1.16,17).

 

É necessária uma forçosa e covarde malícia para encontrar algum indício homossexual em tão linda história de amor, que unia Naomi a Rute, tal como uma mãe ama sua própria filha.

 

Noemi era viúva com dois filhos. Rute é a viúva de um dos filhos de Noemi.

 

Rute, sabendo que Noemi iria sofrer muito naquela região inóspita por volta do ano 1.000 a.C. por já ser idosa e viúva, dispôs-se a acompanhá-la, indicando uma amizade muito forte entre elas.

 

A tese homoafetiva é destruída com as palavras de Noemi, nos versículos que antecedem aos utilizados acima, no momento em que permite às suas noras, também viúvas, que voltassem para suas terras de origem e procurassem novos maridos:

 

Porém Noemi disse: voltai, minhas filhas. Por que iríeis comigo? Tenho eu ainda no meu ventre mais filhos, para que vos sejam por maridos? Voltai, filhas minhas, ide-vos embora, que já mui velha sou para ter marido; ainda quando eu dissesse: Tenho esperança, ou ainda que esta noite tivesse marido e ainda tivesse filhos, esperá-los-íeis até que viessem a ser grandes? Deter-vos-íeis por eles, sem tomardes marido? Não, filhas minhas, que mais amargo me é a mim do que a vós mesmas; porquanto a mão do SENHOR se descarregou contra mim (Rt 1.11-13).

 

A própria Noemi diz que permanecer sem marido é uma situação muita amarga. E Rute não voltou para sua terra, não para manter um relacionamento homossexual com Noemi, mas para não abandoná-la num momento tão difícil para ambas. Rute casa com Boaz, parente do marido falecido de Noemi.

 

Assim tomou Boaz a Rute, e ela lhe foi por mulher; e ele a possuiu, e o SENHOR lhe fez conceber, e deu à luz um filho (Rt 4.13).

 

Assim, Rute torna-se, por sua fidelidade, antecessora do Rei Davi:

 

E Salmom gerou a Boaz, e Boaz gerou a Obede, e Obede gerou a Jessé, e Jessé gerou a Davi (Rt 4.21,22).

 

Por tudo isso, há muita desinformação ou desinteligência por parte daqueles que sustentam outro ponto de vista.

 

2.Pergunta enviada por Nelia Dione (lésbica orgulhosa) – Macaé (RJ)

 

Voces pastores e crentes são todos ignorantes e preconceituosos. Todos sabem que Davi era gay e até mesmo o artista Michelangelo o retratou nu, numa clara alusão ao homossexualismo. Como você explicaria isso?

 

Resposta

 

Querida Nelia, é verdade que Michelangelo esculpiu a obra citada por você e de fato com essas características. Mas também é fato notório que o artista era homossexual. Logo, fica fácil atribuir à conveniência o fato dele retratar Davi dessa forma. Para mim, porém, trata-se de uma blasfêmia.

 

3. Pergunta enviada por Paulo de Assis Lewinsk – Curitiba(PR)

 

Meu caro Reinaldo Ribeiro, As mais modernas e abalizadas pesquisas exegéticas concluem que, se Paulo de Tarso quisesse condenar especificamente os praticantes do homoerotismo, teria empregado o termo corrente em sua época e de seu perfeito conhecimento, "pederastas". Em vez desta palavra, Paulo usou as expressões gregas "malakoi", "arsenokoitai" e "pornoi" - que as melhores edições da Bíblia em português traduzem por "pervetores", "pervertidos" e "imorais". Portanto, foram estes pecadores que Paulo incluiu na lista dos afastados do Reino dos Céus, e não os "pederastas", e muito menos os "homossexuais", palavra desconhecida na Antiguidade.

 

Resposta

 

Querido Paulo, seguramente você se refere á seguinte passagem bíblica:

 

Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus (1Co 6.9,10).

 

Permita-me discordar de sua afirmação pelas seguintes razões:

 

A palavra grega malakoi significa literalmente “macio ao tato”, que na cultura grega era usada de forma metafórica para homens que assumiam o papel passivo no ato homossexual.

 

No termo arsenokoitai, arsen se refere a “macho” e koitai a “cama”, portanto, numa clara referência à pessoa que assumia o papel ativo no ato homossexual.

 

Quanto ao que você chama no inicio de sua pergunta de “mais modernas e abalizadas pesquisas exegéticas”, nada mais são do que versões recentes que vêm surgindo sob o patrocínio do Sindicato Gay e que pretende distorcer o cerne da interpretação bíblica, com o claro objetivo de enfraquecer a postura contrária da Igreja em relação ao homossexualismo.

 

Baseie-se nas versões tradicionais. Elas são honestas, seguras e você ganhará mais com isso.

 

4. Sergio Lamartini – SP

Reinaldo, respeito muito o ponto de vista de vocês pastores evangélicos sobre a questão da homossexualidade, mas você não acha que os textos bíblicos usados são poucos demais e sempre os mesmos? Não seria isso um argumento muito pobre?

 

Resposta

 

Prezado Sergio, ainda que houvesse uma única referência bíblica que claramente reprovasse o homossexualismo, já nos bastaria como fundamentação para discordarmos de tal prática. A Bíblia não fala em muitos assuntos que nosso senso comum e instinto lógico já os reprovam. Mas no caso do homossexualismo, há varias passagens claramente contrárias, assim como outras que podem ser ligadas ao tema também por sua alusão indireta. Seguem alguns exemplos para o seu esclarecimento:

 

Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno. E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades (...). Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem. (...) Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito (Judas 7,8,10,18,19).

 

Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça (...). Falo como homem, pela fraqueza da vossa carne; pois que, assim como apresentastes os vossos membros para servirem à imundícia, e à maldade para maldade, assim apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para santificação. Porque, quando éreis servos do pecado, estáveis livres da justiça. E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte (Romanos 6.12-14,19-21).

 

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12.1-2).

 

"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus" (1Coríntios 6.19,20).

 

"Segundo a minha intensa expectação e esperança, de que em nada serei confundido; antes, com toda a confiança, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte" (Filipenses 1.20).

 

"Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, a afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência" (Colossenses 3.5,6).

 

"Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte" (Apocalipse 21.8).

 

5. Casado Gay – Salvador(BA)

 

Reinaldo Ribeiro, falsos profetas como você e Silas Malafaia são o posto do verdadeiro cristianismo. Deus é amor e Ele jamais ficaria contra uma união amorosa, sendo ela gay ou não e por que nós homossexuais não podemos nos casar legalmente? Vocês não são os donos da verdade ou será que se esquecem que há muitos pastores gays casados e casando outros gays nesse país?

 

Resposta

 

Meu querido amigo, recebo suas críticas e acusações com o mesmo sentimento que houve no Salvador, que no auge da cruz, pediu a Deus que perdoasse seus algozes, por não saberem o que estavam fazendo. Você, igualmente, não sabe o que fala e por isso eu o perdoo, em Nome de Jesus.

 

Quanto ao fato de haverem “pastores gays”, gostaria de informa-lo que a liberdade de expressão da fé foi um dos mais sagrados ganhos da Reforma Protestante. Por isso não temos um poder centralizado ou uma espécie de “papa gospel” para reinar sobre nossas organizações.

 

E é justamente por essa razão que qualquer pessoa pode colocar uma Bíblia debaixo do braço, alugar um ponto comercial, colocar a placa de uma igreja e passar a se declarar pastor, o que é respaldado por um sistema legal que favorece a liberdade religiosa. Diante disso, o nome pastor não assegura nada em termos de verdadeiro engajamento bíblico e cristão.

 

Quanto ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, eu sou contra pelas seguintes razões:

 

I- A única união conjugal aceita por Deus é o casamento entre homem e mulher.

No princípio Deus criou o homem e a mulher (Gênesis 1.27) e deu ordem para que eles se unissem em matrimônio (Gn. 2.24).

O Senhor Jesus reforça este princípio em Mateus 19.4,5:

“Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?”

Para defender a união homossexual alguns citam palavras de Jesus, fora do contexto, no sentido de defender este ato, como por exemplo, quando dizem que não devemos julgar (Mateus 7.1). No entanto aqui Jesus é taxativo ao afirmar que no princípio Deus fez “homem e mulher”, e mais ninguém.

Há dimensões nesta união conjugal que o próprio Deus estabeleceu e que só podem ser experimentadas por um homem e uma mulher, dentro do contexto do casamento, estabelecidos no jardim, tais como:

 

1 – Procriação

Gn. 1.28:

“E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.”


2 – Intimidade

Gn. 2. 24-25:

“Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam.”

3 – Autoridade

Gn. 3.16:

“E à mulher disse: Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará.”
Este mesmo princípio de autoridade foi reforçado pelos Apóstolos Paulo (Efésios 5.18-25) e Pedro ( 1 Pedro 3.1).


II - A única forma de se ter saúde emocional familiar, especialmente dos filhos, é dentro de um casamento heterossexual e monogâmico

 

A Bíblia nos aponta um modelo de família que permite aos pais e especialmente aos filhos construírem em suas mentes o que elas mesmas devem fazer e especialmente ser quando se casarem.

 

No ambiente de casamento heterossexual pai é o principal provedor, o líder do lar, o protetor, o que dá a direção, o que guia a casa, sua a maior autoridade. A mãe é a auxiliadora, a que ajuda, a que tem o papel de manter o equilíbrio entre o pai e os filhos, a que suaviza a casa, a que torna a casa mais terna e mais doce. Não é sem propósito que o livro de Provérbios nos diz que a mulher sábia edifica a sua casa (Provérbios. 14:1).

 

Quando se pensa em adoção de crianças por parceiros homossexuais deve-se levar em conta que não é saudável uma criança órfã ou abandonada, já cheia de suas próprias crises, ter que observar, sem nenhum crivo, sem nenhuma maturidade, a pratica do lesbianismo e homossexualismo no seu círculo mais íntimo de convivência.

 

Parece que o antigo desejo de Satanás de destruir as crianças ainda está aceso. Ele foi homicida desde o princípio (João 8:44), e como ladrão vem para matar roubar e destruir (João 10:10).

 

Não é sem propósito que Faraó quis que as crianças de Israel ficassem no Egito enquanto os seus pais fossem embora para o deserto (Êxodo 10.10-11). A resposta de Moisés a tão vergonhosa proposta nos enche de coragem para agir da mesma forma:

 

“Havemos de ir com nossos jovens, e com os nossos velhos, e com os filhos, e com as filhas, e com os nossos rebanhos, e com os nossos gados; havemos de ir, porque temos de celebrar festa ao Senhor”. (v. 9).

 

A fúria de Herodes e o infanticídio que cometeu ao matar milhares de crianças na tentativa de eliminar o Salvador também demonstra como o inimigo de nossas almas almeja destruir as criançinhas, as quais Deus ama tanto.

 

Entregar crianças para a adoção de casais gays é uma forma de destruir desde cedo o modelo de família, de sexualidade, de sociedade que Deus projetou para nossos filhos.


III-  A união homossexual é condenada pela Bíblia

 

John MacArthur analisa assim a questão:

 

“Deus condena a homossexualidade, e isto é muito evidente. Ele se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19.5-7) Na época da Lei de Moisés (Lv 18.22; 20.13) Na época dos Profetas (Ez 16.46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1.18-27; 1 Co 6.9-10; Jd 7-8) Por que Deus condena a homossexualidade? Porque ela transtorna o plano fundamental de Deus para as relações humanas — um plano que retrata o relacionamento entre um homem e uma mulher (Gn 2.18-25; Mt 19.4-6; Ef 5.22-33). Então, por que as interpretações homossexuais das Escrituras têm sido tão bem-sucedidas em persuadir inúmeras pessoas? A resposta é simples: as pessoas se deixam convencer. Visto que a Bíblia é tão clara a respeito deste assunto, os pecadores têm resistido à razão e aceitado o erro, a fim de acalmarem a consciência que os acusa (Rm 2.14-16). Conforme disse Jesus: “Os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19-20). Se você é um crente, não deve comprometer o que a Bíblia diz a respeito da homossexualidade - Jamais!"


IV– Somente o casamento heterossexual pode espelhar a união de Cristo com a sua igreja

 

Em Efésios 5.22-23 o Apóstolo Paulo faz uma analogia do relacionamento de Cristo com a sua igreja citando o casamento como uma ilustração. Jesus é para a sua igreja o que o marido é para com sua esposa.

 

O caráter da união de Cristo e sua igreja é espelhado na união dentro de um estado de casamento, entre um homem e uma mulher. Como a união homossexual poderia espelhar este caráter se tal relação é considerada por Ele em sua palavra como um pecado?

 

Finalizando

 

Para concluir essa primeira bateria de perguntas e respostas sobre questões bíblicas e homossexuais, reitero que nossas respostas bíblicas confrontam todos os opositores da real verdade das Escrituras, que os condena como pecadores, porém lhes mostra a esperança da salvação, por meio do arrependimento e da fé em Jesus Cristo.

 

Quanto aos irmãos que me leem e a toda a igreja evangélica e o povo de Deus, estes devem se manifestar contra esta massificação dos meios de comunicação em favor do homossexualismo e da união homossexual como se fosse casamento. Devemos retaliar e responder a qualquer insinuação de que a união homossexual tem qualquer respaldo cristão e bíblico, pois não tem.


Finalmente devemos orar pelas famílias, pelas igrejas, pelas autoridades, para que Deus tenha misericórdia de nossa nação.

 

 

 

 


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