Vida pessoal: a melhor de todas as pregações

07/06/2013 08:35

 

“Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros,

eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado.”

( I Coríntios 9:27 )

 

Todo aquele que crê no evangelho recebe de Cristo uma missão, a missão de anunciar a outros estas verdades para que possam também crer e serem salvos por meio delas: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16:15-16)

 

Paulo, porém, nos fala de um cuidado que todo cristão e pregador do evangelho deve ter, o de não se descuidar de si mesmo na prática do Evangelho, afim de não correr o risco de que, levando salvação a outros, ele próprio se desvie do caminho da vida eterna.

 

O evangelho só é fonte de benção para aquele que verdadeiramente tem a preocupação de cumpri-lo em sua vida: “Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.” (Tiago 1:25)

 

A única maneira de demonstrarmos o nosso amor a Deus é cumprindo a sua Palavra. Quando fazemos isso, o amor que Ele demonstrou por nós se intensifica e permanece para sempre conosco: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama... Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.” (João 14:21-23)

 

O cristão, por mais que ainda não tenha atingido o estado de santidade, não pode jamais abandonar o processo de santificação, conformando-se com a prática do pecado: “Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,” (Hebreus 10:26).

 

Se permitirmos que o pecado se torne algo normal e corriqueiro em nossas vidas, o único sacrifício válido para nossa justificação, ou seja: a morte de Cristo na cruz do calvário, já não terá eficácia para nós.

 

Mas então como fazer para não sermos reprovados pelo próprio evangelho que pregamos? Paulo ensina o segredo, ele diz: “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão”A única maneira de se permanecer aprovado diante de Deus é vivendo constantemente a mortificação da vontade da nossa carne, a qual é contrária a vontade de Deus: “Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra... Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência;” (Colossenses 3:5-6)

 

Para aquele que luta diariamente contra a tendência pecaminosa de sua carne e verdadeiramente não se deixa escravizar pelo pecado, a Bíblia diz que já não há mais qualquer condenação: “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Romanos 8:1)

 

Estes alcançarão as promessas do evangelho que anunciam!

 

 

Vigiando constantemente e redobrando as atenções com nossa própria vida espiritual, jamais seremos privados das incomparáveis bênçãos do evangelho que temos anunciado ao mundo.

 

 

 

 


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