Você dança conforme a música?

09/10/2013 01:15

 

 

“Agora, pois, estai dispostos e, quando ouvirdes o som da trombeta ...

prostrai-vos e adorai a imagem que fiz; porém, se não a adorardes,

sereis, no mesmo instante, lançados na fornalha de fogo ardente.

E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?”

(Daniel 3:15)

 

 

Nabucodonosor, o rei da Babilônia, construiu uma gigantesca estátua de ouro e convocou os principais do seu reino para inaugurá-la. Ele resolveu que todos os povos deveriam adorá-la. O sinal para o momento da adoração seria dado quando vários instrumentos musicais fossem tocados. O rei não somente deu a ordem como também a sentença: Quem não adorasse seria lançado numa fornalha de fogo ardente.

 

Quando tocaram a música, todos os povos adoraram a estátua; menos três servos de Deus: Ananias, Mizael e Azarias. Estes foram descobertos e entregues ao rei.

 

Nos dias de hoje não é diferente. A sociedade, através de vários meios de comunicação, age como “ditadores” e “reis” que impõem a moda do momento em relação a bebidas, vestimenta, música, gírias, etc. Quem não “dança conforme a música” acaba sendo “lançado na fornalha”, ou seja, é excluído pela sociedade. Muitos, com medo, acabam cedendo a essas imposições. Os servos de Deus são a minoria. Qual é nossa reação frente à maioria? Enfrentamos o erro ou cedemos à pressão?

 

Seguir o mundo não é a vontade de Deus. “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (I João 2:15-17).

 

Devemos agir como aqueles três servos de Deus que resistiram à ordem do rei, mesmo não sabendo se Deus iria livrá-los ou não; eles não se importaram com as consequências, porque de uma coisa estavam certos: Deus estava com eles (Daniel 3:16-18).

 

Seguir as imposições da sociedade não deve fazer parte do nosso cotidiano. Somos reconhecidos como cristãos justamente por sermos diferentes do mundo e parecidos com Cristo. A sociedade tenta impor e demostrar que não existe problema algum em você pecar. O divórcio, o homossexualismo e outras formas de relações sexuais ilícitas, entre outros pecados, já são práticas comuns no contexto social. Nós, porém, temos e devemos manter outro compromisso de vida, outra visão de mundo e outra conduta.

 

O papel da Igreja no mundo é trazê-lo para os braços de Cristo e para isso precisa de "uma nova proposta" e um outro panorama de ideias para o coração humano. Se ao olharmos para dentro da Igreja, constatarmos a presença ou a semelhança da prática secular, onde estará a autoridade para se promover uma mensagem de mudança e conversão? Eu preciso ser diferente, se quiser convencer alguém a também ser diferente.

 

“A música tentadora do pecado” toca todos os dias de uma maneira sorrateira e sutil. Por não perceber que se trata de uma armadilha do pecado, multidões estão obedecendo ao seu chamado e dançando segundo seus acordes.

 

Mas, e quanto a você? Vai adorar as inúmeras estátuas de ouro do pecado e do modismo ou prefere ser lançado na fornalha da condenação social?

 

A decisão é sua. Mas quando acabar o presente mundo e não existirem mais as suas “sociedades”, aqueles que permaneceram fiéis serão exaltados, e os que ouviram o chamado da “música” serão lançados numa outra fornalha de chamas ardentes. Só que esta fornalha é eterna!

 

 


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