Dois caminhos. Duas consequências.

25/03/2014 01:04

 

 

“O caminho do SENHOR é fortaleza para os íntegros,

mas ruína aos que praticam a iniquidade.”

(Provérbios 10. 29)

 

 

Jesus foi verdadeiro e direto quando mostrou o que era o caminho de Deus: “porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” (Mateus 7:14). Ou seja: Andar no caminho de Deus não é fácil!

 

Porém, não encontramos na Palavra de Deus somente menção de que o caminho de Deus é um caminho de dificuldades, estreito. A sabedoria dos provérbios aponta para um lado importantíssimo sobre o caminho de Deus: Ele é o melhor caminho! O provérbio diz que “o caminho do SENHOR é fortaleza para os íntegros”.

 

A palavra “fortaleza” empregada pelo sábio indica que o caminho de Deus é um refúgio, uma proteção, um esconderijo. Ou seja, andar na prática da vontade de Deus, é andar protegido pelo próprio Deus. Assim, as dificuldades não são fator de temor, pois todas podem ser vencidas, afinal, estamos refugiados em Deus, pois andamos em Seus caminhos.

 

Apesar de muitos invejarem a “facilidade” dos caminhos em que andam os perversos (no caminho largo), podemos ver que a sabedoria dos provérbios nos mostra que o caminho dos perversos é terrível: “O caminho do SENHOR é fortaleza para os íntegrosmas ruína aos que praticam a iniquidade.” (Provérbios 10. 29).

 

O caminho de Deus representa a ruína aos perversos porque é nos caminhos de Deus que está a vida. Quando os perversos rejeitam os caminhos do Senhor, rejeitam a vida, e atraem sobre si a ruína. A palavra “ruína”, empregada pelo sábio, indica destruição, tragédia, desgraça. Esse é o resultado final do caminho largo ou da rejeição ao andar no caminho de Deus.

 

É claro que esse ensino colide frontalmente com a filosofia que prevalece no mundo de que devemos priorizar nossas ambições, fazer tudo que sentirmos vontade sem nunca nos arrepender de tais feitos e desfrutar de todos os prazeres que a vida nos oferta. Mas isso não deve nos surpreender, pois o mundo nunca apoiará as virtudes cristãs e sempre as ridicularizará, assim como é inadmissível que um cristão sinceramente comprometido com Deus sinta-se bem andando de acordo com os rudimentos desse mundo.

  

Creio que por esse fato Jesus tenha dito: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14. 27).

 

A paz de Cristo é a fortaleza daqueles que seguem os Seus caminhos. Ela é suficiente e sobrepõe a falsa paz oferecida pelo mundo que, na verdade, resulta em ruína.

 

O caminho do mundo é largo, espaçoso, florido, repleto de prazeres e desprovido de pudores. Já o caminho de Deus é difícil, estreito e apertado. É caminho de cruz e de renúncias, mas é o melhor caminho, pois é caminho de vida!

 

Qual deles percorrer? A decisão é sua. E as consequências também!

 

 

 

 

 


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